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De toda a evolução da Fisioterapia desde sua
regulamentação em 1969, a prática profissional
do fisioterapeuta em bases de autonomia, como profissional
de primeiro contato, caracteriza-se pela atuação
do profissional como responsável por todo o processo
de intervenção fisioterapêutica, compreendendo
todas as etapas, a saber:
- Elaboração do Diagnóstico Cineisológico
Funcional / Diagnóstico Diferencial
- Formulação do Prognóstico
- Solicitação / Realização /
interpretação de exames complementares
- Prescrição do projeto de intervenção
fisioterapêutica
- Administração dos procedimentos fisioterapêuticos
- Controle evolutivo e reformulação do projeto
de intervenção quando pertinente
- Decisão pela alta fisioterapêutica
Tal visão assistencial, mais resolutiva, privilegia
o atendimento individualizado de cada paciente/cliente,
exceto em casos de atendimentos em grupos, como são
as abordagens de Fisioterapia Cardiovascular e Metabólica.
Eventos de proeminência internacional como o Congresso
da WCPT (Vancouver, Canadá, Junho/2007), congressos
internacionais da SBF, simpósios sobre o diagnóstico
cinesiológico funcional e iniciativas da American Physical
Therapy Association tais como o Vision 2020
e Guide to Physical Therapist Practice
têm contribuído para o refinamento da visão
assistencial na forma da Fisioterapia Clínica. Shirley
Sahman, William Boissonault, Eric Viel, Jules Rothstein (in
memorian), Carlos Azeredo (in memorian), Ruy Menezes e outros
proeminentes profissionais, têm se dedicado à
fundamentação e à construção
de argumentos e subsídios para a prática liberal
da Fisioterapia Clínica.
Considerando a formação do fisioterapeuta predominante
no país, verifica-se certa heterogeneidade e o insuficiente
desenvolvimento de certas habilidades e competências,
sobretudo diagnósticas. Desta forma, os profissionais
que fazem o Instituto de Ensino, Pesquisa e Pós-Graduação
em Fisioterapia Clínica, com profunda atuação
como clínicos e na docência.
Posto isto, os programas de capacitação, desenvolvimento
profissional e de pós-graduação propostos
pelo instituto contribuirão para que os fisioterapeutas
possam oferecer uma prática profissional mais resolutiva,
com competência, autonomia e excelência.
Ficamos à disposição para receber artigos,
contribuições, sugestões e críticas
para que possamos continuar contribuindo efetivamente para
o desenvolvimento da Fisioterapia brasileira.
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